Nasceu em 1974. Cresceu em Lisboa, Macau, Utrecht, Helsínquia. Trabalha em teatro, dança e cinema, quase sempre nos bastidores. Hoje, vive entre Paço de Arcos e Antuérpia. Fez o curso de realização Plástica do Espetáculo e esteve no Teatro da Garagem, O Olho e Projeto Teatral, estando hoje no centro das atividades da Associação Cultural Prado. Escreveu diversas peças, como one spoke, one smoked, one died; Operação Cardume Rosa; T5; Banquete ou a Trilogia Flatland. Recebeu os prémios ACARTE/Madalena Azeredo Perdigão; Revelação de teatro pela Associação de Críticos de Teatro Portugueses e Navegadores Portugueses 94 de BD, pelo CNC. Os espetáculos de Patrícia Portela têm sido muito bem recebidos, um pouco por toda a parte (“Flatland” foi considerado um dos melhores espetáculos do ano por vários críticos portugueses e estrangeiros; o “Banquete” foi considerado um dos melhores 10 espetáculos de 2007 na imprensa Belga – flamenga e francesa). Em 2010 desvendou A Colecção Privada de Acácio Nobre, espetáculo novamente aplaudido pelo público e pela crítica. Publicou diversos livros: Operação Cardume Rosa; Se Não Bigo Não Digo (ambos na Fenda); Odília ou A História das Musas Confusas do Cérebro de Patrícia Portela; Para Cima e Não para Norte, Robinson Crusoé, Escudos Humanos, O Banquete e Wasteband. Participou ainda nos livros coletivos O Caso do Cadáver Esquisito e Microenciclopédia, Micro-oraganismos, Nanocenas e seus amigos de A a Z. Já em Maio de 2014 integrou o projeto Lisbon by Sound, do britânico Tim Etchells, na 13ª edição do Alkantara – Festival Internacional de Artes Performativas.









