Uma plateia repleta de jovens e de entidades convidadas
celebrou hoje a abertura oficial do Festival Livros a Oeste, que decorre até 1
de junho, no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira.
Livros, muitos livros, encontros e conversas com autores de renome, workshops e concertos fazem deste certame uma iniciativa a não perder.
Tal como o vereador Fernando Oliveira fez questão de sublinhar na sessão de abertura, o Festival detém inúmeros atributos, que o colocam “lado a lado com outros eventos de projeção nacional”. “ Mais do que o Oeste, este Festival literário tem todos os atributos para se afirmar como um marco qualitativo na cultura do país”, disse.
E para este sucesso, muito contribui o papel das escolas da Lourinhã e da região, que são, simultaneamente, “destinatários e dinamizadores de iniciativas para a comunidade”.
Ao longo do certame os estabelecimentos de ensino são responsáveis pela apresentação de espetáculos musicais, dramatizações e até desfiles de moda.
Mas, o papel das escolas não se esgota neste âmbito. Maria da Conceição Franco, Chefe da Divisão de Intervenção Social e Cultural fez questão de salientar a edição do e-book Identidade(s), cujas vendas revertem para o projeto Jovens com Atitude do Município do Sal, geminado com a Lourinhã. Trata-se de uma publicação eletrónica, de cariz solidário, construída por jovens alunos da região Oeste, que mostraram diferentes “formas de sentir Identidade(s)”. Atualmente, o livro, lançado pela Câmara Municipal e pela editora Leya, encontra-se disponível para venda na Leyaonline e noutras plataformas eletrónicas.
Para a dirigente, este projeto fará, certamente, a diferença num Mundo Global – tema da edição de 2014 do festival Livros a Oeste, nomeadamente para que o projeto na Ilha do Sal possa crescer.
Também Fernando Oliveira reportou à temática da edição deste ano, afirmando que "neste Mundo Global transmite-se a mensagem universal de que a cultura e o saber impulsionam o progresso da humanidade”.
Para o edil “o Festival Livros a Oeste é, sem dúvida, um evento para todos os públicos, em que a democracia ganha uma expressão renovada, através de uma disseminação cultural, sem bilhetes e tarifas, que se caracteriza pela sua amplitude e abrangência”.
Presente na sessão, o Comissário do Plano Nacional de Leitura, Pinto do Amaral, deu os parabéns à autarquia pela iniciativa, deixando a ideia de que devemos manifestar a nossa “identidade cultural”, fazendo valer o que nos distingue. Abordou também a questão das novas tecnologias, que, na sua opinião, não constituem uma barreira, mas sim um incentivo para se ler e conhecer mais.
Para Pinto do Amaral, é essencial fazer da cultura uma manifestação livre, cabendo às autarquias e a outros promotores culturais, adequar as obras às populações.
O Comissário Nacional do Plano Nacional de Leitura deu ainda os parabéns à autarquia salientou os diferentes projetos de solidariedade associados ao Festival, como o e-book e também o Banco de Manuais Escolares, que “possibilitam uma maior ligação entre os vários setores da sociedade”.
Dirigindo-se à jovem assistência, o interveniente lançou o desafio para partilharem as suas posições, que podem ser consideradas um pouco disparatadas, mas que mais tarde podem ser consideradas geniais e dar origem, quem sabe, a uma obra literária.
No fundo, o conselho foi para partilhar cultura, uma ideia que foi ao encontro das palavras de Virgílio Ferreira, citadas pelo vereador Fernando Oliveira: "A cultura é o modo avançado de se estar no Mundo, ou seja a capacidade de se dialogar com ele".
Aceda aqui às fotografias da cerimónia de abertura.
Tal como o vereador Fernando Oliveira fez questão de sublinhar na sessão de abertura, o Festival detém inúmeros atributos, que o colocam “lado a lado com outros eventos de projeção nacional”. “ Mais do que o Oeste, este Festival literário tem todos os atributos para se afirmar como um marco qualitativo na cultura do país”, disse.
E para este sucesso, muito contribui o papel das escolas da Lourinhã e da região, que são, simultaneamente, “destinatários e dinamizadores de iniciativas para a comunidade”.
Ao longo do certame os estabelecimentos de ensino são responsáveis pela apresentação de espetáculos musicais, dramatizações e até desfiles de moda.
Mas, o papel das escolas não se esgota neste âmbito. Maria da Conceição Franco, Chefe da Divisão de Intervenção Social e Cultural fez questão de salientar a edição do e-book Identidade(s), cujas vendas revertem para o projeto Jovens com Atitude do Município do Sal, geminado com a Lourinhã. Trata-se de uma publicação eletrónica, de cariz solidário, construída por jovens alunos da região Oeste, que mostraram diferentes “formas de sentir Identidade(s)”. Atualmente, o livro, lançado pela Câmara Municipal e pela editora Leya, encontra-se disponível para venda na Leyaonline e noutras plataformas eletrónicas.
Para a dirigente, este projeto fará, certamente, a diferença num Mundo Global – tema da edição de 2014 do festival Livros a Oeste, nomeadamente para que o projeto na Ilha do Sal possa crescer.
Também Fernando Oliveira reportou à temática da edição deste ano, afirmando que "neste Mundo Global transmite-se a mensagem universal de que a cultura e o saber impulsionam o progresso da humanidade”.
Para o edil “o Festival Livros a Oeste é, sem dúvida, um evento para todos os públicos, em que a democracia ganha uma expressão renovada, através de uma disseminação cultural, sem bilhetes e tarifas, que se caracteriza pela sua amplitude e abrangência”.
Presente na sessão, o Comissário do Plano Nacional de Leitura, Pinto do Amaral, deu os parabéns à autarquia pela iniciativa, deixando a ideia de que devemos manifestar a nossa “identidade cultural”, fazendo valer o que nos distingue. Abordou também a questão das novas tecnologias, que, na sua opinião, não constituem uma barreira, mas sim um incentivo para se ler e conhecer mais.
Para Pinto do Amaral, é essencial fazer da cultura uma manifestação livre, cabendo às autarquias e a outros promotores culturais, adequar as obras às populações.
O Comissário Nacional do Plano Nacional de Leitura deu ainda os parabéns à autarquia salientou os diferentes projetos de solidariedade associados ao Festival, como o e-book e também o Banco de Manuais Escolares, que “possibilitam uma maior ligação entre os vários setores da sociedade”.
Dirigindo-se à jovem assistência, o interveniente lançou o desafio para partilharem as suas posições, que podem ser consideradas um pouco disparatadas, mas que mais tarde podem ser consideradas geniais e dar origem, quem sabe, a uma obra literária.
No fundo, o conselho foi para partilhar cultura, uma ideia que foi ao encontro das palavras de Virgílio Ferreira, citadas pelo vereador Fernando Oliveira: "A cultura é o modo avançado de se estar no Mundo, ou seja a capacidade de se dialogar com ele".
Aceda aqui às fotografias da cerimónia de abertura.








