O
evento foi apresentado ontem à comunicação social pelo vereador
Fernando Oliveira, que efetuou um enquadramento do Festival e apresentou
as principais linhas de comunicação do certame.
Evidenciou que a amplitude nacional do Festival se traduz, principalmente, "no excelente painel de autores que desde 2012 tem vindo à Lourinhã, para a apresentação e lançamento de livros, para encontros literários e para a dinamização de Workshops e de outras iniciativas".
Nesta linha, destacou que o facto do festival "ser um evento democrático e de fruição cultural, com entradas livres". "A programação eclética e as presenças que reúne, colocam-no a par de outros certames de projeção nacional", reiterou.
Acrescentou que este ano, "o
Festival Livros a Oeste propicia a vinda de mais de 25 relevantes
autores portugueses, que se juntam àqueles que já brindaram a Lourinhã
com a sua presença, em edições anteriores, pelo que podemos afirmar que
já passaram pelo concelho 8 dezenas de autores".
O edil destacou, de igual modo, o relevante papel das escolas da Lourinhã e dos estabelecimentos de ensino da região, "enquanto destinatários de uma mensagem universalista que associa a cultura e o saber ao progresso da humanidade".
Disse ainda que os estabelecimentos de ensino são protagonistas e intervenientes diretos nesta programação, referindo como exemplo as mostras, patentes ao longo do certame e o espetáculo que a Escola Secundária da Lourinhã vai proporcionar no dia 31 de maio, com animação musical, dramatização teatral e até um desfile de moda.
Deixou
igualmente uma palavra especial para os alunos de concelhos limítrofes,
nomeadamente, do Curso Profissional de Artes do Espetáculo do Colégio
Rainha D. Leonor, das Caldas da Rainha, que apresentam a peça “O Doente
Imaginário” de Moliére e para o Coro Juvenil do Externato de Penafirme,
que se junta ao Coro Municipal da Lourinhã no concerto “Músicas do
Mundo”.









