Escritor e ensaísta,
David Soares foi galardoado com dois troféus para Melhor Argumentista Nacional
pelos seus álbuns de banda desenhada. Autor publicado em França (Frémok),
Publicou os livros de contos Mostra-me a tua Espinha, Os Ossos do
Arco-Íris e As Trevas Fantásticas; os romances A Conspiração dos
Antepassados, Lisboa Triunfante e O Evagelho do Enforcado.
Participou em diversas antologias, como A Sombra Sobre Lisboa, Ficções
Científicas & Fantásticas, Brinca Comigo! E Outras Estórias Fantásticas
com Brinquedos ou o livro O Homem Que Desenhava na Cabeça dos Outros,
com textos de vários autores e ilustrações de Pedro Zamith.
Em 2011 escreveu o
argumento para o livro de BD É de Noite que faço as Perguntas, uma obra
criada em diálogo com diversos desenhadores. Fora da ficção, publicou um Compêndio
de Segredos Sombrios e Factos Arrepiantes, um bem documentado ensaio. Fez a
história Os Dois Pratt, para o fanzine Efeméride, coordenado por
Geraldes Lino, e estreou-se na literatura para a infância, O Homem-Corvo.
Publicou em 2013 a BD Palmas para o Esquilo e protagonizou no IADE o espetáculo
de sponken word Bairro Alto: Uma Cicurgia, acompanhado pelo músico Charles
Sangnoir (com quem já tinha feito CD Os
Anormais: Necropsia De Um Cosmos Olisiponense. Escreveu a letra do tema Acrotomofilia Zoófila (Requintada), dos
Holocausto Canibal, e tem protagonizado projetos de spoken word, em
especial com o músico Charles Sangnoir.









