28 de maio

Na abertura do festival chegam todas as novidades! Autores à conversa com o público, abertura de exposições, curtas e workshop de escrita. A não perder!

29 de maio

Hoje é o dia do pré-escolar e do primeiro ciclo. Teatro, fantoches e autores sentados no chão! Ao fim da tarde todos estão convidados para a conversa com os Andarilhos;

30 de maio

O dia de hoje é rico! Para o 1º ciclo há marionetas e contos. Os alunos mais velhos têm teatro e autores para interrogar. À noite, palavra a quem relatou a revolução.

31 de maio

Teatro, poemas, letras e ideias! O dia encerra com um concerto noturno de Músicas do Mundo no auditório da AMAL! Uma proposta para um serão diferente.

1 de junho

Durante a manhã os mais novos são o centro das atenções com jogos e brincadeiras. De tarde a diversão continua mas contamos com a presença de alguns autores!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Contactos

Festival Livros a Oeste 2014

Organização: Município da Lourinhã

Divisão de Intervenção Social e Cultural


Programador: João Morales



Contactos

Festival Livros a Oeste 2014
Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira
Rua João Luís de Moura, 60
2530-157 Lourinhã

Telefone: 261 410 100
e-Mail: biblioteca@cm-lourinha.pt - cultura@cm-lourinha.pt

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Rui Tavares



Nasceu em 1972, em Lisboa, mas passou parte da infância numa aldeia do Ribatejo.

Licenciado em História, variante de História da Arte, é Mestre em Ciências Sociais. Especializou-se no estudo do século XVIII e nas relações entre cultura, política e ciência no Iluminismo e é doutorando em Histoire et Civilisation na École des Hautes Études en Sciences Sociales , em Paris.

Os seus trabalhos têm sido apresentados em colóquios e publicados em diversas revistas académicas. Foi visiting scholar na City University of New York e professor (de História da Fotografia, Teoria da Imagem e Teoria da Comunicação) no Instituto de Arte e Design [IADE] de Lisboa.

É deputado no Parlamento Europeu, onde integra como efectivo ou suplente diversos grupos de trabalho, como a Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos ou a Comissão da Cultura e da Educação.

Traduziu e organizou edições de Molière, Voltaire, Balzac, pseudo-Séneca [e Paulo de Tarso] ou Giordano Bruno, entre outros.

Durante os anos noventa foi crítico de arte residente do semanário Já e jornalista cultural na revista mensal Vida Mundial. Entre outras colaborações dispersas na imprensa nacional, publicou artigos na Grande Reportagem; Público; Expresso; Prototypo; História e Relações Internacionais

Publicou os livros O Pequeno Livro do Grande Terramoto, a peça de teatro O Arquiteto, os livros de crónicas Pobre e Mal Agradecido e O Fiasco do Milénio, O Regicídio – em parceria com Maria Alice Samara – e o mais recente, o ensaio A Ironia do Projeto Europeu.

É cronista há vários anos no jornal público, mantém o blogue http://ruitavares.net/ e integrou a equipa de um outro, o pioneiro barnabé.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Catarina Nunes de Almeida



Nasceu em Lisboa, em Agosto de 1982. Trinta anos depois, é mãe do pequeno Gustavo, com quem escreve Marsupial. Até aqui tinha três livros de poesia publicados – Prefloração (Quasi, 2006), A Metamorfose das Plantas dos Pés (Deriva, 2008) e Bailias (Deriva, 2010) – além de poemas e ensaios dispersos em colectâneas e revistas científicas. Com Prefloração foi vencedora do Prémio Daniel Faria e do Prémio P.E.N. Clube Português para a Primeira Obra. Leccionou durante dois anos na Universidade de Pisa e concluiu, em 2012, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, uma Tese de Doutoramento intitulada Migração Silenciosa – Marcas do Pensamento Estético do Extremo Oriente na Poesia Portuguesa Contemporânea. Actualmente está a trabalhar num projecto de investigação de Pós-Doutoramento (com uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia) no Centro de Estudos Comparatistas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, também no âmbito do Orientalismo Português. É co-autora da antologia poética Nau-Sombra: os orientes da poesia portuguesa do século XX (Nova Vega, 2013).

Waldir Araújo



Nasceu na Guiné-Bissau, em 1971. Aos 14 anos viaja, pela primeira vez, para Portugal, após ter vencido o concurso literário do Centro Cultural Português, em Bissau. Em Lisboa, prossegue os estudos secundários e académicos, frequentando o curso de Direito. Jornalista desde 1996, pertenceu aos quadros da revista Valor e foi colaborando com vários jornais e revistas. Desde 2001 que integra a redação da RDP – África. Publica, de forma regular, prosas e poemas em publicações culturais portuguesas e brasileiras.

Em 2008 publica Admirável Diamante Bruto e Outros Contos (Livrododia), primeira aventura do autor nos contos, depois da colaboração com os jornais literários brasileiros “Bagatelas” e “Rascunho”. Em 2012 participa na coletânea de contos Dez Contos para Ler Sentado (Editorial Caminho), ao lado de nomes como Mia Couto, Ondjaki, Abraão Vicente ou João Tordo. É coautor de Roça Língua, Colectânea de Contos (Editorial Novembro), resultado da Primeira Residência de Escrita Criativa em Língua Portuguesa, no âmbito da Bienal de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, em 2011.

Em Fevereiro de 2014 publicou o conto “Roça de Porcelana”, na revista da mais recente edição das Correntes D’Escritas. É Bolseiro do Centro Nacional de Cultura, no âmbito da iniciativa “Criar Lusofonias 2014” que incide sobre a criação de um romance história sobre a cidade costeira de Cacheu, antigo importante entreposto de Escravos.

Sandra Antunes

Nasceu em fevereiro de 1977 na cidade de Lisboa, onde cresceu. Licenciou-se na área do Turismo na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril. Com um gosto acentuado, desde sempre, pela leitura e escrita, quando a filha nasceu decidiu dedicar-lhe um conto. Este é o resultado, 8 anos depois – “A Pépita de Chocolate”, um conto infantil repleto de imaginação e brincadeira, onde a amizade e a união prevalecem como fator principal para a resolução dos problemas…

Rui Zink



Rui Zink (Lisboa, 1961). Escritor e professor no Departamento de Estudos Portugueses da Universidade Nova de Lisboa, onde leciona a Cadeira de Literatura Portuguesa. Apresentou Tese de Mestrado sobre José Vilhena e defendeu, em 1998, a primeira tese de doutoramento sobre Banda Desenhada a ser apresentada em Portugal. Em 1990 foi leitor de português na Universidade de Michigan Em 1984 publicou Pornex", a partir de uma exposição sobre pornografia que promoveu ainda enquanto estudante universitário. Estreou-se como ficcionista em 1986, com Hotel Lusitano e, desde então, publicou três dezenas de obras, entre ficção, ensaio, literatura para a infância, BD e teatro. Recebeu o Prémio do PEN Clube Português pelo romance Dávida Divina (2005), e representou o país em eventos como a Bienal de São Paulo, a Feira do Livro de Tóquio ou o Edimburgh Book Festival. Com António Jorge Gonçalves, criou as novelas gráficas Rei e A Arte Suprema. Entre os seus livros encontram-se títulos como A realidade agora a cores, O Suplente, Os Surfistas, Dádiva Divina, A Palavra Mágica, A Espera, O Anibaleitor, O Destino Turístico, O amante é sempre o último a saber, Luto pela Felicidade dos Portugueses (um conjunto de crónicas nascidas nas páginas da revista SOS Saúde), A Instalação do Medo (levado aos palcos em encenação de Jorge Listopad) e, já em 2014, A Metamorfose e Outras Fermosas Morfoses.

Rosário Alçada Araújo



Nasceu em Lisboa em 1973. Licenciou-se em Direito na Universidade de Lisboa, mas cedo deixou a vida de jurista, rumo a Londres, onde realizou um mestrado em sociologia da comunicação e frequentou um curso de escrita criativa para crianças.


Gosta de histórias e da arte de as contar, tendo feito diversos cursos nesta área. É autora de livros para a infância, tendo a sua primeira obra, A História da Pequena Estrela, sido recomendada para publicação pelo Prémio Branquinho da Fonseca Expresso/ Gulbenkian – 2003. Alguns dos seus livros estão incluídos no Plano Nacional de Leitura. Tal como o mais recente As Consultas do Dr. Serafim e a Bronquite da Senhora Adriana (Onomatopeias e Pontuação). É igualmente editora infanto-juvenil.

Pedro Guilherme-Moreira



Nascido no Porto no Verão de 1969, chegou com 7 anos às mãos da professora Laura sem saber fazer contas de dividir; ela ensinou-o e ele pagou-lhe com uma fábula. Aos 11, entre rapazes de 16 e 17, empatou o primeiro lugar dos jogos florais da escola com um rapaz de 12, hoje um conhecido político. Aos 13, perdeu para o mesmo menino, mas levou o 2.º e o 3.º prémios. Aos 16, ganhou (finalmente sozinho), porque o menino político entrou na Universidade. No ano seguinte entrou ele, na de Coimbra, e andou com Torga no trólei 3, mas nunca se falaram. Profissionalmente, foi dos primeiros advogados a ganhar o Prémio Lopes Cardoso, com um artigo publicado, primeiro, na prestigiada Revista da Ordem dos Advogados e, depois, em livro. Aos 25, decidiu publicar apenas aos 40, porque queria saber, e escrever, mais. Em 2012 foi agraciado com o prémio de poesia do Museu Nacional da Imprensa. A Manhã do Mundo é o seu primeiro romance a que se segue, já em 2014, Livro sem Ninguém. Entretanto, alimenta regularmente os seus blogue, http://amanhadomundo.blogspot.pt/, em torno do seu primeiro romance, e http://ignorancia.blogspot.pt/

Pedro Brito



Licenciado em Design de Comunicação pelo IADE em 1998, divide a sua atividade profissional entre a Animação e a Ilustração. Publicou sete títulos de B.D., realçando, Pano CruBeraca ou Tu és a mulher da minha vida, ela a mulher dos meus sonhos com João Fazenda – tendo recebido o Prémio Melhor Álbum Português de B.D. - Festival BD Amadora e Prémio do Público em 2001. Este livro foi publicado recentemente em França e na Polónia.

Desde 1997 colabora com a produtora de animação Animanostra, participando em várias produções. Foi também assistente de realização do filme Olhos do Farol, de Pedro Serrazina produzido pela Sardinha em Lata. Realizou seis curtas-metragens de animação, destacando, Sem Respirar (2002) Sem Dúvida, Amanhã! (2006) e Fado do Homem Crescido (2011). Colabora com várias editoras e publicações e ilustrou o livro A Casa Sincronizada, de Inês Pupo e Gonçalo Pratas, vencedor do Prémio SPA/RTP 2012 na categoria de Melhor Livro Infanto-juvenil.


De momento, está a trabalhar em dois novos projetos de banda desenhada: Dust Bowl, com argumento de André Oliveira, a ser publicado no final deste ano, e o Webcomic Margem Sul, um projeto pessoal. Está a trabalhar também numa nova curta-metragem de animação com argumento de Filipe Homem Fonseca.

Patrícia Portela



Nasceu em 1974. Cresceu em Lisboa, Macau, Utrecht, Helsínquia. Trabalha em teatro, dança e cinema, quase sempre nos bastidores. Hoje, vive entre Paço de Arcos e Antuérpia. Fez o curso de realização Plástica do Espetáculo e esteve no Teatro da Garagem, O Olho e Projeto Teatral, estando hoje no centro das atividades da Associação Cultural Prado. Escreveu diversas peças, como one spoke, one smoked, one died; Operação Cardume Rosa; T5; Banquete ou a Trilogia Flatland. Recebeu os prémios ACARTE/Madalena Azeredo Perdigão; Revelação de teatro pela Associação de Críticos de Teatro Portugueses e Navegadores Portugueses 94 de BD, pelo CNC. Os espetáculos de Patrícia Portela têm sido muito bem recebidos, um pouco por toda a parte (“Flatland” foi considerado um dos melhores espetáculos do ano por vários críticos portugueses e estrangeiros; o “Banquete” foi considerado um dos melhores 10 espetáculos de 2007 na imprensa Belga – flamenga e francesa). Em 2010 desvendou A Colecção Privada de Acácio Nobre, espetáculo novamente aplaudido pelo público e pela crítica. Publicou diversos livros: Operação Cardume Rosa; Se Não Bigo Não Digo (ambos na Fenda); Odília ou A História das Musas Confusas do Cérebro de Patrícia Portela; Para Cima e Não para Norte, Robinson Crusoé, Escudos Humanos, O Banquete e Wasteband. Participou ainda nos livros coletivos O Caso do Cadáver Esquisito e Microenciclopédia, Micro-oraganismos, Nanocenas e seus amigos de A a Z. Já em Maio de 2014 integrou o projeto Lisbon by Sound, do britânico Tim Etchells, na 13ª edição do Alkantara – Festival Internacional de Artes Performativas.

Nuno Júdice



Nasceu 1949, em Mexilhoeira Grande, no Algarve. Poeta, ensaísta e académico, licenciou-se em Filologia Românica e doutorou-se em Literatura Românica Comparada, na Universidade Nova de Lisboa, onde é Professor Associado. Exerce atividade regular como crítico e ensaísta, quer no âmbito das atividades universitárias, quer em jornais, como o Expresso e o JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias. Foi diretor da revista Tabacaria e dirige atualmente a Colóquio Letras, publicação da Fundação Calouste Gulbenkian. Dedicou-se, em particular, aos estudos anterianos e sobre o Modernismo português, tendo participado em edições fac-similadas das revistas Portugal Futurista, Centauro e Sudoeste, editadas pela Contexto Editora.

Foi o responsável pela Língua e Cultura Portuguesa, na organização do Pavilhão Português, na Exposição de Sevilha, em 1992, bem como pela área de Literatura, na Sociedade Portugal-Frankfurt, em 1997, e exerceu funções de Conselheiro Cultural em Paris.

O seu primeiro livro de poesia foi A Noção do Poema (em 1972). Publicou obras como A Partilha dos Mitos, A Condescendência do Ser, Enumeração de Sombras, Um Canto na Espessura do Tempo, Meditação Sobre Ruínas, O Movimento do Mundo, Fórmulas de uma Luz Inexplicável ou Navegação de Acaso. Escreveu obras de ficção, como Plâncton, A Manta Religiosa, O Complexo de Sagitário ou A Implosão. É autor de diversos ensaios, entre os quais se destaca uma tese de doutoramento sobre literatura medieval e o volume O ABC da Crítica.

Foi galardoado com diversos prémios, como o Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus, (1990), Prémio da Associação Portuguesa de Escritores (1994), Prémio Nacional de Poesia Ramos Rosa (2007) ou o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, em 2013.


Maria José Pereira



Nasceu em Lisboa, passou a sua adolescência em Angola e é Mestre em Sociologia. Começou por fazer traduções (entre 1976-1982), incluindo para a Meirbérica Liber, um nome fundamental na edição de Banda Desenhada em Portugal. E é para lá que entra nesse ano. Assume funções como responsável pela Coordenação e produção de Livros de BD desde a fase de entrada em tradução ao envio para a gráfica (1987- 1995); pela divulgação e promoção dessas obras junto da imprensa especializada; pela organização e participação da empresa nas Feiras do Livro de Lisboa; pelas exposições da editora nos Festivais de Banda Desenhada de Lisboa, Porto e, a partir de 1990, na Amadora. Depois, torna-se coordenadora e, em 1990 dá um passo importantíssimo, co-tradutora e adaptadora das obras Astérix em Portugal – esta função incluía a responsabilidade de resposta e argumentação junto dos autores e auditores em relação às opções tomadas a nível da tradução/adaptação. Foi diretora-adjunta, da Revista Selecções BD, na 1ª série, e diretora na 2ª série; em 1995 ascendeu a Directora Editorial do Departamento de BD da Meribérica/Liber (1995 – 1999) e daí a. Diretora do Departamento de Livros (BD, Culinária e Infantil) da Meribérica/Liber (onde esteve até 2001). No ano seguinte vai para as Edições Asa, como Diretora Editorial do Departamento de BD, um ano depois acumula com o Departamento de Mulher e Vida, ficando até responsável pela Linha Editorial de Culinária. Em 2003, a convite do Presidente François Schuiteen integra o Grande Júri do Festival Internacional de Banda Desenhada de Angoulême, o mais importante do mundo, na qualidade de Editora Internacional. Participou no Fórum dos Tradutores Internacionais de Astérix, que se realizou em Frankfurt, assina regularmente a tradução e/ou a adaptação de diversas obras de Banda Desenhada e participa regularmente em colóquios e encontros sobre BD. Em 2013 saiu do grupo Leya (onde estava, ainda antes da sua fundação, integrada na Asa) para um novo desafio: é atualmente a editora responsável pelo catálogo infantil e juvenil do grupo Babel.

Margarida Fonseca Santos



Nasceu em 1960, em Lisboa. Diplomada com o Curso Superior de piano do Conservatório Nacional, lecionou a disciplina de Pedagogia na Escola Superior de Música de Lisboa. A par da sua atividade profissional, trabalhou no projeto MUS-E Portugal (Yehudin Menuhin Foundation) como animadora na área do conto e escrita criativa. Assinou a coluna Crescer a Ler, no Jornal de Letras e o apontamento Bicho de Conta, na Antena 1. Escreveu peças infantis e o texto do musical "O Navio dos Rebeldes" para o Teatro da Trindade e ainda o libreto da ópera infantil "O Achamento" para a Focu Musical.

Tem diversos livros publicados, para leitores de todas as idades, incluindo 7 x 25 Histórias da Liberdade ou 7 x 11 Histórias de Futebol, dois títulos que voltam a estar na ribalta, pelos 40 anos da Revolução dos Cravos ou a aproximação do Mundial de Futebol. No campo da Escrita Criativa, títulos como Jogging para Escribas (1998 Aula do Risco – Escrita Criativa, Editora Fenda), em parceria com Cláudia Novais, Luís Oliveira Martins, Paula Santos e Paulo Hasse Paixão ou Quero ser escritor (2007 Oficina do Livro), em co-autoria com Elsa Serra PNL”, um manual de escrita criativa para todas as idades.

Em 2012 publicou Deixa-me Entrar na tua Vida, para um público adulto e Saber ao Certo, que nos conta a história da revelação à família, por um adolescente, da sua opção sexual. Em 2013, chegaram às livrarias diversos títulos (incluindo a edição no Brasil do seu livro Uma Questão de Azul Escuro) e Escrita em Dia, composto por 80 exercícios, divididos em 40 níveis, para expandir, encurtar, revitalizar e repensar a escrita.

Mário Zambujal



Fez a sua estreia literária em 1980 com a Crónica dos Bons Malandros, à qual se seguiram Histórias do Fim da Rua e À Noite Logo se Vê. Após um interregno, em que escreveu para televisão, teatro e rádio, voltou aos livros com Fora de Mão, Primeiro as Senhoras, Já Não se Escrevem Cartas de Amor e Uma Noite Não São Dias. Participou nos livros coletivos, Novos Mistérios de Sintra, O Código d’Avintes e Eça Agora. O seu livro mais recente é O Diário Oculto de Nora Rute, registo epistolar passado no agitado ano de 1969. Antes, publicou Longe é um Bom Lugar, livro que reúne um conjunto de histórias publicadas na revista Tempo Livre e Cafuné, uma divertida incursão pelo romance de época, passada no início do século XIX. Atual presidente do Clube de Jornalistas, Mário Zambujal foi jornalista de A Bola e de O Jornal, subchefe de redação de O Diário de Lisboa, chefe de redação de O Século, diretor-adjunto do Record, diretor do Mundo Desportivo e dos semanários Se7e e Tal & Qual, subdiretor do Canal 2 da RTP e apresentador de diversos programas de televisão. Recentemente, foi também diretor do Jornal Sénior.

Filipe Homem Fonseca



É argumentista, escritor, músico e realizador. Licenciado em Publicidade pelo IADE, é co-autor de programas e séries televisivas que fizeram História da Televisão portuguesa, como Herman Enciclopédia (1997), Herman 98 (1998), Major Alvega (1999), Não És Homem Não És Nada (1999), Conversa da Treta (1999), Herman SIC (2000), Sociedade Anónima (2001), Contra Informação (2001-2010), Paraíso Filmes (2002-2003), Manobras de Diversão (2004), O Inimigo Público (2005), Bocage (2006), Hora H (2007-2008), O Dia do Regicídio (2008), Café Central (2011) e Estado de Graça (2011-2012). Escreveu, interpretou e realizou a série de humor Fogo Posto! (2008) e a magazine ubergeek Orelhas de Spock (2010). Escreveu e realizou a série Submersos, transmitida no Canal Q, realizou o Breviário Biltre e escreve textos para o  programa de rádio Outra Coisa, na Antena 3.

É autor de Só por Acaso (2003), telefilme vencedor no Prix Europa 2004 em Berlim, e do documentário Curiua-Catu, para o qual teve de passar um mês na floresta amazónica em 2002. Escreveu também a curta-metragem de animação Sem Respirar e a curta-metragem Esqueleto no Armário, incluída no filme O Dez. É co-criador e co-realizador de Má Onda, série multi-plataformas (TV, web, mobile), primeira presença portuguesa no Festival Input (Joanesburgo, 2008). É ainda co-criador e co-intérprete do primeiro videopodcast português, O Horror iNominável.

É co-autor da Conversa da Treta para teatro (A Treta Continua e A Verdadeira Treta), cinema (Filme da Treta), rádio, televisão e livros. É autor das peças Azul a Cores, Dentro de Mim Fora Daqui e de pequenas peças para Urgências e Urgências 2006. Foi coordenador artístico de Urgências 2007 e co-autor de A Festa. Autor do fotoon Salvo Erro para O Inimigo Público, escreveu também para as revistas Visão e Os Meus Livros.

É co-fundador da banda Cebola Mol, onde assume o pseudónimo Phil Stardust. É apresentador do evento mensal Slam Lx.


Escreve haikai, que editou no livro conta gotas. Foram também editados três contos seus, um no livro O Fio à Meada e outro no livro E Outros Belos Contos de Natal, ambos da Escritório Editora e ainda outro no livro "Antologia de Ficção Científica Fantasporto", editado em Portugal e no Brasil. Em 2013 arriscou o seu primeiro romance, Se Não Podes Juntar-te a Eles, Vence-os

Eduardo M. Raposo



Nasceu na Funcheira (Ourique), em 1962. Doutorado em História do Séc. XX (com a tese “Fundamentos Históricos da Poesia Luso-Árabe na Nova Música Portuguesa (O Século de Almutâmide) o Amor e o Vinho”) é investigador e autor de trabalhos nas áreas de História, Biografia, Património e Etnoantropologia, com colaboração em publicações tão diversas como DN-Jovem, Setubalense, Diário do Alentejo, Diário do Sul, História, Tempo Livre, Sítios e Memórias, Vilas e Cidades, Revista Alentejana, Alentejo Terra-Mãe, Estudos Extremeños, Alma Alentejana (que fundou) ou na revista Memória Alentejana, que dirige desde a sua fundação em 2001.

Criador e coordenador das Jornadas Literárias de Montemor-o-Novo (2011, 2012, 2013, dedicadas a José Saramago, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues, respetivamente), foi fundador e presidente do CEDA – Centro de Estudos Documentais do Alentejo-Memória Coletiva e Cidadania (onde coordenou três edições do Prémio Literário Pedro Ferro).

Foi Vice-presidente da Casa do Alentejo em dois mandatos; docente na Escola Superior de Educação de Santarém (História e Património Cultural) e no Instituto Politécnico de Beja, além do Ensino Secundário (Teatro), e conferencista convidado pela Casa da Música na Homenagem realizada em Abril de 2007 a José Afonso, com o trabalho “José Afonso – o Canto da Utopia”, que deu origem ao recital homónimo. É ainda autor e apresentador do espetáculo Canto de Intervenção 1960-1974, que andou em digressão durante uma década.

Sobre o poeta do Século XI, Almutâmide Ibne Abade, dirigiu o espetáculo “Papoila do Odiana – Dançar a Poesia de Almutâmide, que estreou no Festival Islâmico 2009, em Mértola. Realizou, em 2011, uma homenagem ao mesmo poeta, em Beja, com música, performance e poesia, repetida no Festival Islâmico de 2011, na mesma localidade.

Realizou, em parceria com o Município e a Universidade de Évora, o Colóquio Internacional “Almutâmide e a Poesia do Garb al-Andalus”, com a participação de arabistas portugueses, espanhóis e marroquinos.

Coordenou a Homenagem a José da Fonte Santa organizada pelo Município de Santiago do Cacém, e dinamizou a exposição biográfica itinerante “Magia Alentejana – Mulheres, Pombas e Cavalos.

Organizou homenagens a Adriano Correia de Oliveira, Federico García Lorca, Urbano Tavares Rodrigues, Brito Camacho ou Mestre José Salgueiro, poeta popular.

É responsável pela coordenação da Nova Antologia de Poetas Alentejanos; autor de cerca de três dezenas de artigos biográficos para a Enciclopédia da Música Portuguesa no Século XX. Publicou os livros José da Fonte Santa Memória(s); Canto de Intervenção 1960-1974 (resultante de uma Tese de Mestrado, que teve três edições) e o agora oportunamente reeditado Cantores de Abril. Entrevistas a cantores e outros protagonistas do canto de Intervenção.

David Soares



Escritor e ensaísta, David Soares foi galardoado com dois troféus para Melhor Argumentista Nacional pelos seus álbuns de banda desenhada. Autor publicado em França (Frémok), Publicou os livros de contos Mostra-me a tua Espinha, Os Ossos do Arco-Íris e As Trevas Fantásticas; os romances A Conspiração dos Antepassados, Lisboa Triunfante e O Evagelho do Enforcado. Participou em diversas antologias, como A Sombra Sobre Lisboa, Ficções Científicas & Fantásticas, Brinca Comigo! E Outras Estórias Fantásticas com Brinquedos ou o livro O Homem Que Desenhava na Cabeça dos Outros, com textos de vários autores e ilustrações de Pedro Zamith. 

Em 2011 escreveu o argumento para o livro de BD É de Noite que faço as Perguntas, uma obra criada em diálogo com diversos desenhadores. Fora da ficção, publicou um Compêndio de Segredos Sombrios e Factos Arrepiantes, um bem documentado ensaio. Fez a história Os Dois Pratt, para o fanzine Efeméride, coordenado por Geraldes Lino, e estreou-se na literatura para a infância, O Homem-Corvo

Publicou em 2013 a BD Palmas para o Esquilo e protagonizou no IADE o espetáculo de sponken word Bairro Alto: Uma Cicurgia, acompanhado pelo músico Charles Sangnoir (com quem já tinha feito CD Os Anormais: Necropsia De Um Cosmos Olisiponense. Escreveu a letra do tema Acrotomofilia Zoófila (Requintada), dos Holocausto Canibal, e tem protagonizado projetos de spoken word, em especial com o músico Charles Sangnoir.

David Machado



Nasceu em Lisboa em 1978. É autor do romance O Fabuloso Teatro do Gigante e do livro de contos Histórias Possíveis. Em 2005, o seu conto infantil A Noite dos Animais Inventados recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, e desde então publicou mais três contos para crianças, Os Quatro Comandantes da Cama Voadora, Um Homem Verde num Buraco muito Fundo e O Tubarão na Banheira, este último, distinguido com o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-Juvenil. Com Deixem Chorar as Pedras, romance de 2011, sagrou-se definitivamente na leva de novos autores da ficção portuguesa contemporânea. Tem livros publicados em Itália e Marrocos e contos integrados em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia e Marrocos. Traduziu os livros O Herói das Mulheres, de Adolfo Bioy Casares, e Obrigada pelo Lume, de Mario Benedetti. O seu mais recente, lançado em 2013, intitula-se O Índice Médio de Felicidade.